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Mostrando postagens de junho, 2018

Procurador do Rio publica mentiras sobre jornalistas para atacar fact-checking

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Monteiro (de camisa xadrez) com vereador Fernando Holiday (DEM) e Kim Kataguiri, ambos do MBL | Foto: Facebook O procurador Marcelo Rocha Monteiro, do Ministério Público do Rio de Janeiro, publicou mentiras sobre jornalistas para atacar agências que se dedicam a combater as notícias falsas na internet. Contrário a uma parceria firmada entre o Facebook e as agências de “fact-checking” (checagem de fatos) Lupa e Aos Fatos com o objetivo de conter a propagação de “fake news”, o procurador espalhou ele próprio notícias falsas sobre o jornalista Leonardo Sakamoto, presidente da Repórter Brasil e colunista do UOL. Leia também:  Juristas denunciam ataques sofridos por editor do Justificando após crítica a evento do MP-RJ CNJ abre processo para investigar manifestações de desembargadora do TJ-RJ Em uma das postagens mais recentes, Monteiro se refere a Leonardo Sakamoto como um “jornalista de extrema-esquerda”, “contratado pela rede social [Facebook] para fazer checag...
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Martin Shkreli é conhecido como “o homem mais odiado da internet” porque sua empresa, a Turing Pharmaceuticals, aumentou em 5.000% o preço de um remédio usado no tratamento da AIDS e na recuperação pós-transplantes. Nos últimos dias, ele voltou aos noticiários após a  Justiça ter determinado confisco de seus bens  e, agora, seu nome vem à tona outra vez após a sua condenação a sete anos de prisão por fraude. Apesar de a defesa alegar que ele deveria ser sentenciado a apenas 18 meses, a promotoria pública pediu uma condenação de 15 anos e, mesmo depois de um suposto choro por parte de Shkreli enquanto pedia a leniência do juiz, ele foi condenado a sete anos de reclusão. Entenda o caso Em agosto de 2017, Martin Shkreli foi condenado por conspiração para manipuar ações com a sua empresa Retrophin, também da indústria farmacêutica. A nova condenação acontecer por fraudes realizadas em dois fundos de cobertura comandados por ele, MSMB Capital e MSMB Healthcare, em um esq...

Vídeo do YouTube com conteúdo falso dá prisão… Lá na Malásia

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Índia ameaçou suspender registro profissional de jornalistas denunciados por criar ou propagar fake news, mas decidiu voltar atrás No dia 21 de abril, o professor e ativista palestino Faid al-Batsh caminhava pelas ruas de Kuala Lumpur, na Malásia, quando levou dois tiros disparados por homens que passaram ao seu lado montados numa moto. O assassinato, que pode ter viés político - já que Al-Batsh era próximo ao movimento fundamentalista Hamas, continua sem solução, mas já entrou para a história por outra razão. Derivou na prisão de um dinamarquês que “intencionalmente publicou uma fake news no YouTube”. Na última segunda-feira (30), Salah Salem Saleh Sulaiman, de 46 anos, foi sentenciado à prisão por um juiz malaio que entendeu que ele havia divulgado um vídeo mentiroso na internet, infringindo as leis locais. À distância, o caso parece simples. Ao saber da morte de Al-Batsh, o dinamarquês conectou sua câmera, gravou um vídeo e postou no YouTube todo seu ódio. Na grava...

Fugitivo de penitenciária é preso após tentativa de homicídio em Bauru

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Pablo Rodrigo Pacheco havia protagonizado uma fuga cinematográfica no dia 26 de fevereiro, em Pirajuí Um vigilante de 54 anos foi esfaqueado durante um assalto mal sucedido, no início da madrugada desta segunda-feira (28), no Centro de Bauru. O crime ocorreu no interior de um estacionamento particular e foi praticado por dois homens, sendo um deles fugitivo de uma unidade prisional em Pirajuí, segundo a polícia. Ambos foram presos. A vítima que trabalha no local foi golpeada três vezes: no braço direito, na boca e na testa. Apesar dos ferimentos profundos e de ter perdido bastante sangue, segundo a polícia, o indivíduo passou por cirurgia em um hospital de Bauru e não corre risco de morrer. Autor estava foragido Segundo o registro policial, dois homens teriam cometido o crime contra o vigilante. Um conseguiu fugir do cerco policial e o outro foi preso na sequência. O primeiro detido pela PM é Pablo Rodrigo Pacheco, um foragido da Justiça de 23 anos, que havia escapado de um...

Canadense que ajudou russos a hackear Yahoo é condenado a 5 anos de prisão

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O canadense Karim Baratov, acusado de ter ajudado agentes russos a hackear o Yahoo em 2014, foi sentenciado a cinco anos de prisão. No ano passado, o jovem de 22 anos foi acusado pela justiça dos Estados Unidos, mas já estava preso a pedido de promotores. O Departamento de Justiça dos EUA acusou também outros três homens; entre eles, oficiais do Serviço de Segurança Federal da Rússia. Segundo o órgão norte-americano foram furtados dados de 500 milhões de contas do Yahoo em 2014. Em novembro do ano passado, ele  assumiu a culpa  pelo crime de conspirar em fraude computacional e roubo de informações. Ele ainda assumiu que, além do Yahoo, teve acesso a informações de grandes empresas globais, de executivos, serviços financeiros dos Estados Unidos, empresas aéreas e outras companhias. Destas, Baratov não cita nomes. Ele foi condenado nesta terça (29) a 94 meses de prisão, sendo que havia tentando negociar metade deste período. Além disso, ele foi condenado a pagar uma ...